Hortofrutícolas: os superalimentos do século XXI
O baixo consumo de hortícolas e frutos está entre os 10 principais fatores de risco para a mortalidade global – causando, cerca de 31% da doença isquémica cardíaca e 11% dos enfartes.
Calcula-se que cerca de 2,7 milhões de vidas podem ser potencialmente salvas todos os anos se se aumentasse o consumo de hortofrutícolas - por exemplo, entre 20-30% dos cancros do trato gastrointestinal superior podiam ser prevenidos.
Calcula-se que cerca de 2,7 milhões de vidas podem ser potencialmente salvas todos os anos se se aumentasse o consumo de hortofrutícolas - por exemplo, entre 20-30% dos cancros do trato gastrointestinal superior podiam ser prevenidos.
A recomendação de se seguir uma dieta predominantemente à base de alimentos de origem vegetal está entre aquelas que mais contribuem para a redução no risco de cancro. Resta agora haver vontade pessoal e coletiva em pôr em prática todo este conhecimento e contribuir para uma sociedade mais livre de doenças.
Pesquisadores da Associação de Consumidores da
Áustria confirmaram que os vegetais colhidos e congelados na época são mais
ricos em nutrientes do que os mesmos que foram transportados fora de época, a
partir do estrangeiro! in
http://bodyecology.com/articles/benefits_in_season.php
Devemos comer 2 a 3 peças de fruta por dia, a
fruta é rica em frutose (que é um açúcar) e mais do que 2 ou 3 peças por dia
equivale a uma ingestão e açúcar exagerada. Preencher esta necessidade
nutricional com fruta da época corresponde a uma experiência muito mais
satisfatória, a fruta é mais doce, fresca e o organismo "pede", não é por
acaso que a natureza produz cerejas na Primavera e dióspiros no Outono, existe
sempre uma razão, em última estância, uma razão evolutiva que estará relacionada
com as necessidades nutricionais da generalidade dos seres vivos nas diferentes
estações o ano, nos diferentes pontos geográficos.
Fonte
********
Prove Douro Sul - entregas ao domicílio

